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Promotoria denuncia e Justiça condena casal que matou homem a marretadas em Mogi Guaçu

Julho 07 / 2017

Crime foi cometido em setembro de 2014, que envolveu um amante. O promotor de acusação foi Alexandre de Palma Neto (foto)

O Tribunal do Júri de Mogi Guaçu condenou uma mulher e um homem autores do homicídio cometido contra Fernando César de Paiva Pereira Júnior em 16 de setembro de 2014. Os réus foram condenados por crime de homicídio duplamente qualificado (meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima) e por ocultação de cadáver. A pena aplicada à ré foi de 17 anos e seis meses pelo homicídio, somados a um ano pela ocultação de cadáver, em regime inicial fechado. Já o réu recebeu pena de 15 anos de reclusão pelo homicídio, mais um ano pela ocultação de cadáver, também em regime fechado.
À época do crime, a então esposa de Pereira Júnior e o amante desta mataram a vítima dentro de sua própria residência, em Mogi Guaçu, no quarto do casal, com marretadas na cabeça. No momento, a vítima estava adormecida, após ter ingerido medicamento psicotrópico dado pela esposa. A ré ligou para o comparsa e abriu a porta do imóvel para que ele entrasse. Após o assassinato, a dupla ocultou o cadáver na cidade vizinha de Itapira, em meio a um canavial. As investigações foram iniciadas naquele município, e o corpo, encontrado dias depois. O crime gerou grande repercussão social.
Os réus estão presos desde outubro de 2014 e não podem recorrer da sentença em liberdade.
Atuou no julgamento o promotor de Justiça Alexandre De Palma Neto, em sessão presidida pelo juiz de Direito Paulo Rogério Malvezzi.

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