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Corretor de imóveis será transferido para Centro de Detenção Provisória

Julho 23 / 2017

Tiroteio na região central da cidade de Olímpia mostrou a disputa por dinheiro . Todos devem ser processados pela Justiça

O corretor de imóveis, Euripedes Augusto, que tinha sua prisão preventiva decretada pela justiça local desde o último dia 13, mas permanecia internado na Santa Casa local desde então, acabou recebendo alta hospitalar no sábado, 22, e foi encaminhado para a cadeia de Colina, na região de Barretos.

Euripinho levou um tiro no braço, teve a bala extraída no mesmo dia do tiroteio que parou a cidade, na terça-feira, dia 11, mas ficou internado até a tarde deste sábado quando o médico que o assistia deu alta hospitalar. Na segunda-feira ele deverá ser encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Icém, onde estão seus dois funcionários, Elton Albertino e Paulo Sérgio Vieira.

Os advogados de Euripinho entraram com pedido de conversão da prisão preventiva em prisão domiciliar e o juiz da Vara Criminal local pediu informações ao hospital sobre o estado de saúde dele. O juiz deverá ainda decidir se concede ou não a prisão domiciliar a Euripinho no início desta semana.
No mesmo dia em que a polícia civil local requereu a decretação da preventiva de Emerson Aniceu Teixeira, de 39 anos, o “Nim Peão”, dia 17, o advogado ou advogados do corretor de imóveis, Eurípedes Augusto Mello, 58, o Euripinho, pediram que o juiz da Vara Criminal de Olímpia, Eduardo Luiz de Abreu Costa, transforme sua prisão preventiva em prisão domiciliar.

Os dois requerimentos constam da página no site do TJ – Tribunal de Justiça de São Paulo, no processo que foi aberto com a prisão em flagrante de sete dos envolvidos. A prisão preventiva de “Nim Peão” foi deferida no final da tarde de sexta-feira, 21, já a prisão domiciliar de “Euripinho” tem decisão aguardada para o início da próxima semana.

A polícia agora deverá iniciar as buscas para encontrar o sétimo envolvido no tiroteio que parou a cidade na terça-feira, 11, “Nim Peão” que passa a ser considerado foragido da justiça.

O pedido de prisão domiciliar do advogado foi baseado no inciso II do artigo 318 do Código de Processo Penal, que prevê este tipo de prisão para quem esteja extremamente debilitado por motivo de doença grave. O juiz, para poder tomar a decisão, oficiou então, a direção do hospital para que ateste com urgência qual o estado de saúde do paciente e se já recebeu alta médica.

Do IFolha

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