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Ex-diretor de cultura de Ilha Solteira é condenado a pedido do MPSP

Agosto 11 / 2018

Nilson Miranda Nantes foi sentenciado a 17 anos de prisão. O prefeito afastado da Ilha Solteira, Edson Gomes (foto), ainda está sendo julgado no Supremo Tribunal Federal por envolvimento no caso.

Após investigação do MPSP em contratação de empresas pela prefeitura de Ilha Solteira para a realização de shows em 2010, o TJSP condenou Nilson Miranda Nantes, à época diretor de cultura da cidade, por fraude em licitação. Nantes também é alvo de sentença por tentar atrapalhar as investigações e foi sentenciado a 17 anos de prisão. O prefeito afastado da Ilha Solteira, Edson Gomes, ainda está sendo julgado no Supremo Tribunal Federal por envolvimento no caso.

A investigação apurou a dispensa indevida de licitação e o direcionamento de contratações realizadas pela prefeitura de Ilha Solteira com empresas para a realização de shows dos artistas Paula Fernandes, Michel Teló, Banda Alma Serrana e Divino e Donizete. Os empresários condenados são Dawis Krystiani Miguel Surek, da empresa Sistema 1 Locação de Som e Luz Ltda, e Uesley Janio Vieira Severo, dono de empresa que leva seu próprio nome.

Nantes usava a empresa de Severo como intermediária para contratar outras empresas. A investigação apurou que no período de 2009 a 2011 algumas empresas prestaram serviços quase exclusivamente à Prefeitura de Ilha Solteira e, após o ano de 2011, tais companhias não prestaram mais serviços a entes públicos, sendo que algumas delas foram encerradas.

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