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Ex-tesoureira teria desviado R$ 1,7 milhões em dois anos, aponta MP

Agosto 19 / 2018

Ministério Público em Jales denunciou-a por supostos crimes de formação de organização criminosa, falsidade ideológica, peculato e lavagem de dinheiro.

O Ministério Público denunciou a ex-diretora financeira da prefeitura de Jales, presa no mês passado durante a operação Farra do Tesouro pela Polícia Federal. Érica Cristina Carpi Oliveira teria desviado dos cofres públicos a quantia de R$ 1,7 milhão somente nos últimos dois anos.
As investigações apontam que a ex-tesoureira usou cheques da prefeitura para pagar contas pessoais. Ela foi denunciada pelo MP por formação de organização criminosa, falsidade ideológica, peculato – quando funcionário público pratica crime contra a administração – e lavagem de dinheiro.
O marido dela, Roberto Santos Oliveira, a irmã Simone Paula Carpi Brandt e o cunhado Marlon Fernando Brandt Santos, todos pelos mesmos crimes .A ex-secretária de saúde, Patrícia Albarelo Ribeiro Oliveira, que segundo a denúncia assinou folhas de cheques em branco para Érica, vai responder por peculato.
Desde terça-feira (14), Érica cumpre pena domiciliar, autorizada pelo Tribunal de Justiça, por ter filho menor de 12 anos. O marido dela, a irmã e o cunhado continuam presos.

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